Em reunião com Walter parente, FINDECT questiona números apresentados e decisões tomadas após a intervenção da PREVIC no fundo de pensão dos Ecetistas

Na manhã desta quarta-feira (20), a FINDECT participou de reunião para debater a situação do Postalis, agendada pelo atual interventor no fundo de pensão dos Ecetistas, Walter Carvalho Parente. Representando a Federação, seu presidente, José Aparecido Gimenes Gandara, e os Diretores José Aparecido Rufino, Marcos Sant’Aguida, e Wilson Araújo, questionaram as decisões tomadas nos últimos meses, e cobraram maior transparência nas ações.

O primeiro assunto apresentado pelo interventor da PREVIC no Postalis foi a situação do equacionamento da dívida que hoje existe no Postalis. Os Trabalhadores assistido pelo fundo de pensão, estão sendo prejudicados com o aumento abusivo na contribuição mensal. “Nós estamos pagando um valor que foi subtraído de nossa futura aposentadoria por erros de gestão e maus investimentos no passado. A categoria não tem condições de continuar contribuindo, sem a expectativa de um retorno seguro no dia de amanhã”, afirma Marcos Sant’Aguida, eleito pelos trabalhadores Diretor de benefícios do Postalis, mas que teve sua posse suspensa por decisão unilateral do interventor.

A situação financeira do Postalis, de acordo com a apresentação de Walter Parente, teve uma piora significativa após o início da intervenção. Segundo ele, existe a possibilidade de aumentar ainda mais os valores de equacionamento do débito”, o que é considerado um absurdo pelos representantes da FINDECT.  Além disso, também foi levantada a possibilidade de “ofertar para ativos e inativos do POSTALIS a transferência dos seus valores do plano de benefícios definidos para outros produtos de previdência mais seguros”, de acordo com o interventor. Todas estas questões estão em análise na direção do Postalis, e serão divulgadas nas próximas semanas.

Há uma grande preocupação sobre o tema, pois, qualquer expectativa positiva de solução simples foi descartada para o problema do equacionamento dos débitos no fundo de pensão. Além disso, há incerteza de se haverá dinheiro para garantir, no futuro, o dinheiro complementar para aposentadoria dos trabalhadores”, destaca Wilson Araújo.

AÇÃO CONTRA BNY MELLON

Além desse ponto, também foi apresentado o encaminhamento da ação que busca reaver parte dos investimentos mal feitos pelo BNY Mellon no passado. Foi apresentado pelo advogado Leandro, gerente jurídico do POSTALIS, as 7 ações judiciais que existem dentro do Brasil. Essas ações buscam a reparação de danos causados, e a identificação dos responsáveis pelo rombo no POSTALIS. São ações que vão de alguns milhões de reais até 8,2 bilhões de reais. A grande decisão está sobre qual a melhor forma de processar o BNY Mellon no EUA.

A FINDECT tem o compromisso de informar os trabalhadores sobre a discussão que envolve o fundo de pensão dos trabalhadores, inclusive de não abrir mão de buscar a responsabilização dos culpados pelo rombo no POSTALIS. Essa discussão é muito séria, e tem o empenho da Federação na luta para recuperar cada centavo dos trabalhadores, e também na maior participação dos trabalhadores nos órgãos de gestão dos POSTALIS, para que não se repitam os erros e esquemas de corrupção que levaram a atual situação do fundo.

Fonte: FINDECT

Na tarde desta terça-feira (19) foi instalada a mesa de negociações para a Campanha Salarial 2018. A Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios – FINDECT esteve representada pelo presidente da entidade, José Aparecido Gandara, pelo vice-presidente Elias Brito (Diviza), pelo secretário geral, Ronaldo Martins, pelo diretor jurídico, José Rufino, pelo diretor de política para jovens, Márcio Martins e pelo diretor do setor postal e logística, Wilson Araújo.

A primeira reunião serviu para definir o calendário de negociação e o formato que será adotado para as rodadas. As cláusulas sociais e as disposições gerais já começam a ser debatidas na tarde desta quarta-feira (20). Os encontros acontecerão até a segunda semana de julho.

A direção dos Correios reapresentou o quadro circunstancial da empresa e anunciou as medidas que pretende tomar no próximo mês, com a reabertura do Plano de Desligamento Incentivado (PDI) com a finalidade de enxugamento da ECT.

O presidente da FINDECT, José Gandara enfatizou que a Campanha Salarial deste ano vai ter como principal eixo de luta, a conservação dos direitos e conquistas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que, segundo ele, vem sofrendo supressões a cada ano.

Gandara também ressaltou que é necessário lutar pelo aumento salarial que aumente o poder de compra dos trabalhadores ecetistas. Para o presidente da FINDECT, a união da categoria será determinante para conquistar avanços em 2018. Além disso, destaca que a defesa dos Correios como empresa pública é tarefa essencial para a categoria.

Sônia Corrêa

Correspondente da FINDECT em Brasília

 

O SINTECT-MA informa que nesta sexta-feira (22/06) não haverá atendimento administrativo e nem jurídico no período da manhã na sede do Sindicato, devido ao jogo do Brasil que acontecerá pela manhã.
Comunicamos ainda que retornaremos às nossas atividades normalmente a partir das 14h.
Att,
Diretoria colegiada do SINTECT-MA

Durante a entrevista, Alckmin falou sobre o enfrentamento às corporações tanto do funcionalismo público, quanto judiciário, empresarial e demais. Em relação às privatizações, afirmou que não irá privatizar o Banco do Brasil, e afirmou que temos um modelo muito concentrado, precisamos de mais bancos, desregulamentar, ter mais competição, a economia de mercado funciona com competição, outras formas de crédito, lei geral de garantia, cadastro positivo, cooperativas de crédito.

Já em relação à Caixa, disse que ainda vai ser estudado o que será feito e que ainda não há nada definido.

Segundo ele, a Petrobras não será privatizada, no entanto ele pretende quebrar o monopólio. Prospecção, pesquisa e produção de óleo devem ser da Petrobrás, ela é a líder mundial em águas profundas. Deverão ser privatizados a distribuição, transporte e quebrar o monopólio do refino. A indústria do petróleo e gás é essencial.

Já os Correios pode vir a ser privatizado. Temos 144, 145 empresas estatais, é claro que nós vamos privatizar, diz ele a exemplo do que foi feito em São Paulo e também a TV Brasil. Ele afirma que somente o Banco do Brasil não será privatizado. Na Petrobrás não será privatizada a prospecção, mas terá quebra do monopólio e as demais setores serão privatizados. 

Assista à entrevista completa:

 

 

 

 

 

 

 

Na tarde desta segunda-feira (18),  estiveram reunidos na FENAE (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal),  o diretor da FINDECT Wilson Araújo com representantes de algumas empresas federais, discutindo sobre o planejamento de seminário sobre a resolução 23 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União).

“Está claro que o tema não foi debatido com os trabalhadores e por isso cria tanta angústia. Da forma correta, vamos fazer o que deveria ter sido feito que é discutir de maneira pública sobre o tema e suas consequências” afirmou Wilson Araújo.

Ficou resolvido entre os presentes que o dia 28 será a data escolhida para o seminário, que terá análise, resolução, debate e encaminhamentos a serem votados. A cidade escolhida para o seminário foi Brasília.

Como plateia e ao mesmo tempo participantes dos debates, é esperada a presença de representantes das 154 empresas públicas federais afetadas pela resolução. Os trabalhadores de Correios terão a chance de terem seus sindicalistas e militantes treinados e capacitados no tema, caso escolham comparecer.

Mais informações serão fornecidas com o passar dos dias aqui em nossa página.

Em caso de assalto a agência do Banco Postal, a responsabilidade é da empresa, diz desembargador

Uma decisão da 1ª Turma do TRT 21ª região (TRT-RN) manteve a condenação da ECT por danos morais. A ação se deve ao fato de que um trabalhador, foi assaltado várias vezes, no Banco Postal de Serra do Mel.

O mesmo apresentou reclamação na 3ª Vara do Trabalho de Mossoró, alegando que a agência dos Correios, alvo dos assaltos não possuía nenhum vigilante armado e muito menos portas com detectores de metais.

A empresa foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 25 mil  em favor do trabalhador, vindo a recorrer, alegando que “por não ser entidade bancária, não ser obrigada a possuir sistema de segurança ou vigilância armada, nos moldes da Lei nº 4.595/64”.

O relator do processo, na 1ª Turma de julgamento, desembargador José Barbosa Filho, destacou no entanto que, “ao firmar contrato com o Bradesco e com o Banco do Brasil, para atuar como correspondente bancário, na prestação de serviços de Banco Postal, a empresa passou a atrair circulação de valores maiores do que era anteriormente, quando atuava apenas como serviço público postal (postagem de cartas e encomendas entre outros).

Ele observou ainda que, com isso, os empregados ficam expostos ao risco de serem vítimas de assaltos e violências. “A responsabilidade incidente dispensa a apuração culposa patronal, pois a responsabilidade é objetiva, nos moldes do art. 927, parágrafo único, do código Civil”.

O desembargador entende que o aumento do número de assaltos a agências dos Correios, após contrato da mesma com os bancos do Bradesco e Banco do Brasil para a prestação de serviços financeiros através do Banco Postal, demonstra a negligência da empresa com a sua própria segurança.

Vale lembrar que essa negligência afeta diretamente a  vida dos trabalhadores e trabalhadores em especial, nas agências que funcionam como Banco Postal.

Para José Barbosa, “não pode o trabalhador, na condição de empregado da ECT, parte frágil na relação, que nada ganha com isso, sofrer as consequências diretas desses reiterados assaltos a não ser indenizado em seu dano moral”.

Para o desembargador diante dos danos causados, levando em conta a proporcionalidade e da natureza da condenação,reduziu ao valor da indenização para R$ 5 mil.

Leia a decisão na íntegra

Situações como essa só vêm reforçar a necessidade de que a empresa invista em segurança de qualidade para as agências do Banco Postal, visando com que os trabalhadores e trabalhadoras possam trabalhar num ambiente salubre e não sejam vítimas de situações traumáticas como essa no seu ambiente de trabalho.

O SINTECT-MA, inclusive esteve reunido com a  empresa na última quarta-feira (13) e na ocasião cobrou da mesma medidas de segurança para as agências do Banco Postal e também nas unidades operacionais no Maranhão.

Com informações do blog Correios do Brasil funcionários

A reunião aconteceu na manhã desta quarta-feira (13) entre o sindicato, empresa e FINDECT, para tratar de assuntos relacionados à segurança nas agências e unidades operacionais em todo o estado. Participaram representando o Sindicato, o Secretário geral Márcio Martins, o diretor José Raimundo e o diretor da  FINDECT,  Wilson Araújo.

Foi falado sobre as falhas em relação à segurança no interior das agências, o que diversas vezes coloca em risco a segurança tanto dos trabalhadores e trabalhadoras quanto dos clientes e do que pode ser feito para melhorar e oferecer aos trabalhadores e clientes um ambiente mais seguro.

Foi cobrado pela direção do Sindicato em relação aos procedimentos de segurança por parte dos vigilantes no interior da agência durante o expediente, a falta de portas giratórias em algumas agências que funcionam como banco postal e sobre a blindagem das mesmas, o que traria mais segurança e inibiria a ação dos assaltantes.

Outra cobrança envolvendo segurança, foi sobre ações práticas para as situações de assaltos a carteiros na distribuição, pois tem sido verificada sua ocorrência com mais frequência, ( em especial aos carteiros do CEE) onde o Sindicato expôs sua preocupação para com os trabalhadores que têm sido expostos a esse risco com mais frequência atualmente. 

A empresa se comprometeu em reforçar ainda mais as ações de investigação junto à Polícia Federal, o que deve garantir resultados com a prisão das quadrilhas de assaltos a agências, por se tratar de Polícia especializada nessas ações.

O Sindicato mais uma vez, cumprindo o seu papel em defesa da segurança e do bem estar dos trabalhadores e trabalhadoras no seu local de trabalho, levou até a empresa as demandas envolvendo a falta de segurança a que eles têm  sido expostos  diariamente no exercício de suas atividades e espera que as devidas ações e providências sejam tomadas por parte da empresa, mediante tudo o que foi colocado durante a reunião.

É do conhecimento de boa parte dos trabalhadores e trabalhadoras, da situação do companheiro Salazar, que está enfrentando dificuldades para comprar a prótese de que precisa para se locomover melhor.

Anteriormente já havia sido feita uma matéria,  onde o Sindicato também colaborava divulgando a campanha de doações para esta finalidade.

Confira a matéria completa em http://sintect-ma.org.br/diretoria-do-sintect-ma-apoia-doacoes-para-trabalhador-para-aquisicao-de-protese/

Dessa vez, foram vendidos pontos da rifa de um microondas, onde o valor arrecadado também seria destinado à compra da prótese do companheiro.

O sorteio aconteceu na manhã desta terça-feira (12), na sede do Sindicato dos trabalhadores dos Correios, no Radional. O ganhador da rifa foi o companheiro Érico, do CDD Bequimão. 

O Companheiro Jovenilton  dos Santos (Arrumado)  foi quem organizou a rifa em benefício de Salazar. “Agradeço a todos que colaboraram com o companheiro. Foram vendidos 498 pontos dos 1200 que foram colocados à venda. Muito obrigado a todos”, disse.

A diretoria do SINTECT-MA  deseja todo o sucesso ao companheiro Salazar na compra da prótese de que ele necessita.

Para mais informações, entre em contato com ele para que você também possa ajudar nessa causa.

Na tarde desta quinta-feira (07), na sede dos Correios, em Brasília, a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) participou de reunião com a nova presidência da Empresa, na qual o presidente Carlos Roberto Fortner expôs para a representação dos trabalhadores o seu projeto de gestão.

O presidente Fortner reiterou a exposição feita no Senado Federal, em audiência ocorrida em maio passado, quando falou sobre os estudos em andamento que visam reestruturar a Empresa, mas que nenhuma medida como o fechamento de agências ocorrerá até que haja a conclusão do processo de estudos e discussão entre a diretoria.

A FINDECT, representada por seu presidente José Aparecido Gimenes Gandara e pelos presidentes dos dois maiores sindicatos do país, Elias Brito (Diviza) de São Paulo e Ronaldo Martins (Ronaldão) do Rio de Janeiro, protocolizou a pauta de reivindicações da categoria para a Campanha Salarial de 2018, dando o pontapé inicial para as mobilizações em defesa dos direitos e salário dos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios.

“Fizemos um debate importante quando, mais uma vez, cobramos do novo presidente o seu posicionamento sobre o fechamento de agências e a demissão de funcionários. Além disso, foi questionado e cobrado o fim da implantação da Distribuição Domiciliar Alternada – DDA”, registrou o presidente da FINDECT.

Na entrega da pauta dos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios, Gandara destacou a importância da manutenção das conquistas históricas da categoria no Acordo Coletivo de Trabalho e o aumento salarial que permita elevar o poder de compra dos trabalhadores ecetistas.

“Mais uma vez teremos uma negociação difícil. Na verdade, nunca foi fácil. Entretanto, confiamos na unidade dos trabalhadores, afinal essa sempre foi a nossa arma para assegurar nossos direitos”, afirma o presidente Gandara.

Elias Brito (Diviza), presidente do SINTECT/SP disse que a categoria preparada para lutar pela conservação dos direitos e salários dignos para a categoria. “Estamos diante de um governo que prioriza a retirada dos direitos dos trabalhadores e o desmonte do patrimônio público. Os trabalhadores de São Paulo, no entanto, estão acostumados a nadar contra a maré e por isso, vamos lutar para garantirmos um Acordo Coletivo de Trabalho favorável à categoria”, garante Diviza.

O presidente do SINTECT/RJ, Ronaldo Martins destacou que o resgate da credibilidade dos Correios deve ser uma via de duas mãos. “Ninguém mais do que nós, trabalhadores e trabalhadoras, temos o compromisso com a saúde financeira da empresa, pois somos nós que fazemos o funcionamento dos Correios. Precisamos ser valorizados e respeitados em nossos direitos e salários e para isso estaremos unidos e lutando por um bom ACT”, afirmou.

Sônia Corrêa Correspondente da FINDECT em Brasília

Já é um problema bastante conhecido na DR-MA, a questão envolvendo a manutenção das já bastante sucateadas motos, utilizadas diariamente pelos trabalhadores nas ruas, enquanto realizam seu trabalho, chegando até mesmo a colocar sua segurança em risco.

Devido a essa situação, os trabalhadores realizaram várias manifestações, onde cobravam da empresa  tanto a manutenção adequada dos veículos quanto a aquisição de novos veículos. A empresa, no entanto sempre alegava que não existia previsão para resolver  esta demanda.

Ocorre que isso se tornou real, quando os trabalhadores ameaçaram parar as atividades e processar a empresa.

O departamento de distribuição da empresa informa aos trabalhadores que neste momento, já está em curso o processo de aquisição das motocicletas, e o mesmo encontra-se na área de contratação, para em seguida ser publicado edital.

A previsão é de que sejam disponibilizados 70 milhões de reais para a renovação das motocicletas, o que vai permitir a renovação das motos de 2011 e parte de 2012.

Wilson Araújo, Diretor de postal e logística da FINDECT propõe que não seja levado em conta não somente o ano da moto, mas também o quanto já foi gasto em consertos, pois algumas das motos mais antigas estão em boas condições até hoje.

Graças ao esforço dos trabalhadores, da diretoria do SINTECT-MA e da FINDECT, temos mais essa expectativa de vitória para os trabalhadores e trabalhadoras.